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Uma empresa japonesa apresentou uma ação contra a Apple na quarta-feira por violação de uma marca registrada nos EUA, envolvendo o termo "Animoji". A gigante de Cupertino está usando essa marca para comercializar um novo recurso junto ao reconhecimento facial do iPhone X.

Em uma denúncia apresentada ao Tribunal Distrital dos Estados Unidos, uma empresa chamada Emonster, de Enrique Bonansea, cidadão dos EUA que vive no Japão, afirma que registrou a marca "Animoji" em 2014, de acordo com o Apple Insider. O Escritório de Marcas e Patentes dos EUA posteriormente concedeu os direitos em 2015. Porém a história é um pouco mais complexa.

Emonster, uma empresa de desenvolvimento de software em Tóquio, usou o nome em um aplicativo que chegou à App Store em 23 de julho de 2014, descrito como uma "ferramenta gratuita e fácil de usar para animar seu texto e mensagens de e-mail. "

O aplicativo fornece emojis animados básicos para incorporação no iMessage ou texto de e-mail. Ao contrário de recursos semelhantes, os gráficos enviados pelo Animoji podem ser vistos por qualquer pessoa, mesmo se os usuários não possuem o aplicativo instalado.

De acordo com a queixa, a Apple não só conhecia o aplicativo Animoji antes do lançamento do iPhone X, como tentou comprar direitos pela marca da Emonster. Bonansea afirma que ele foi abordado pela companhia para convencê-lo a vender a propriedade intelectual através de um grupo chamado The Emoji Law Group LLC.

Essa entidade alegadamente ameaçou um processo de cancelamento se o desenvolvedor não concordasse com seus pedidos.

O processo não inclui evidências que vinculam a Apple às supostas tentativas desse grupo, mas não seria a primeira vez que a fabricante de iPhones conduziria operações de patente dessa natureza.

"Em vez de usar a criatividade em que a Apple construiu sua reputação mundial, ela simplesmente pegou o nome de um desenvolvedor em sua própria App Store", diz a acusação.

A Apple poderia ter mudado o nome desejado antes de seu anúncio quando percebeu que os demandantes já usaram ANIMOJI em seu próprio produto. No entanto, a Apple tomou a decisão consciente de tentar roubar o nome para si mesma - independentemente das consequências.

A Apple registrou um cancelamento da marca "Animoji" um dia antes de anunciar o recurso do iPhone X no evento em setembro. Conforme observado pela Apple, a empresa "emonster Inc." de Washington não existia no momento da apresentação da marca. Bonansea morava em Seattle antes de se mudar para o Japão.

No entanto, o processo aponta que a "emonster Inc.", agora dissolvida e atualmente uma corporação japonesa chamada "emonster k.k.", atuou como uma empresa comercial única quando a marca foi registrada pela primeira vez. O advogado da emonster solicitou uma correção técnica para esclarecer a propriedade correta, mas essa tentativa foi rejeitada, já que o processo de cancelamento já estava em andamento.

Emonster e Bonansea procuram uma ordem formal permanente contra o uso da Apple por "Animoji", além de receber por danos, e taxas judiciais e pelo uso da marca.

Fonte: Tudo Celular

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